Francine Steiner

Detalhe da Obra.
Detalhe da obra, reparem na maneira como ele coloca a tinta, em alto relevo.

Isabela Constantino
O Museu de Arte Moderna de São Paulo tem o compromisso de manter viva a memória de artistas de vários tempos. Com a exposição Belo Caos, o MAM homenageia Jorge Guinle, um artista de breve carreira, porém de intensas contribuições para a arte brasileira, inserindo sua pintura numa relação contemporânea.
A Fundação Iberê Camargo apresenta junto com os curadores Ronaldo Brito e Vanda Klabin esta espocição.
Summer Interlude, 1986
Óleo sobre tela
Coleção Eduardo Guinle
As obras de Jorge Guinle, apesar de serem antigas, dão a impressão de tinta fresca, o que mostra a real vontade do artista de permanecer jovem e mostra a vontade de viver, de agradar e desagradar ao mesmo tempo. Abre o apetite futuro. Foi com esse estilo de pintura que o pintor libertou a arte brasileira.
Sua obra é sinônimo da pintura brasileira contemporânea. Ela mostra o mundo real, um belo caos. O pintor mostrava vida e arte integradas de uma maneira única.
Céu selado, 1982
Óleo sobre tela
Coleção Renato Margutti Corrêa
Obra inteira.
Listen to the blues, 1986
Óleo sobre tela
Coleção Genildo Valença
A disposição da exposição é muito confortavel e de fácil compreensão. As fotos estão escuras, pois só podia tirar fotos se flash. A exposição começou em 3 de fevereiro e vai até 22 de março, é preciso pagar e o ingresso custa R$ 5,oo inteira e R$2,50 a meia, para estudantes e professores. O acesso ao local é fácil com estacionamentos amplos, porém precisa de zona azul, o cartão de duas horas custa R$1,80.
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