quarta-feira, 25 de março de 2009

Jorge Guinle: Belo Caos - MAM- Museu de Arte Moderna










Francine Steiner
Isabela Constantino





O Museu de Arte Moderna de São Paulo tem o compromisso de manter viva a memória de artistas de vários tempos. Com a exposição Belo Caos, o MAM homenageia Jorge Guinle, um artista de breve carreira, porém de intensas contribuições para a arte brasileira, inserindo sua pintura numa relação contemporânea.
A Fundação Iberê Camargo apresenta junto com os curadores Ronaldo Brito e Vanda Klabin esta espocição.





Summer Interlude, 1986
Óleo sobre tela
Coleção Eduardo Guinle


As obras de Jorge Guinle, apesar de serem antigas, dão a impressão de tinta fresca, o que mostra a real vontade do artista de permanecer jovem e mostra a vontade de viver, de agradar e desagradar ao mesmo tempo. Abre o apetite futuro. Foi com esse estilo de pintura que o pintor libertou a arte brasileira.
Sua obra é sinônimo da pintura brasileira contemporânea. Ela mostra o mundo real, um belo caos. O pintor mostrava vida e arte integradas de uma maneira única.



Detalhe da Obra.
Céu selado, 1982
Óleo sobre tela
Coleção Renato Margutti Corrêa


Detalhe da obra, reparem na maneira como ele coloca a tinta, em alto relevo.


Obra inteira.
Listen to the blues, 1986
Óleo sobre tela
Coleção Genildo Valença


A disposição da exposição é muito confortavel e de fácil compreensão. As fotos estão escuras, pois só podia tirar fotos se flash. A exposição começou em 3 de fevereiro e vai até 22 de março, é preciso pagar e o ingresso custa R$ 5,oo inteira e R$2,50 a meia, para estudantes e professores. O acesso ao local é fácil com estacionamentos amplos, porém precisa de zona azul, o cartão de duas horas custa R$1,80.



Links:








quarta-feira, 18 de março de 2009

COLEÇÃO PIRELLI / MASP DE FOTOGRAFIA – 17ª EDIÇÃO

ISABELA BOCCARA
GABRIELA CONTRERAS
ISABELA SANTACREU


O Museu de Arte de São Paulo expõe 80 fotografias em comemoração aos 80 anos de atuação da Pirelli no Brasil. A mostra está na sua 17ª edição e conta com trabalhos de 24 artistas brasileiros ou estrangeiros atuantes no Brasil. Além disso a exposição possui uma área reservada ao fotógrafo André François. Esta área proporciona ao espectador a visão de hospitais por todo o país (na maioria das vezes desconhecidos, ou humanitários) justamente para nos conscientizar da existência de ações humanitárias por todo o país. Fotografias de um hospital-barco na Amazonia, índios tratados cirurgicamente em hospitais improvisados e outras situações inimagináveis compõe as 20 fotografias de André François.
A exposição fica em cartaz do dia 12 de março ao dia 3 de maio no Masp, na Avenida Paulista, 1º andar. O ingresso dá acesso a todas as exposições do museu e custa R$14,00 - R$7,00(estudante).


Anderson Schneider



André François





Gui Paganini


A obras são bem posicionadas e a exposição é bem iluminada. Todas as fotografias estão especificadas com autor, local, ano e material de impressão. Nos interessamos por fotografia então não foi difícil se interessar. Apesar disso qualquer pessoa interessada ou não, terá uma experiência agradável digna de reflexão. Os assuntos são variados, de fotografias críticas sociais, até ambientais e artísticas, a exposição propõe imagens para todos os gostos, além de expôr realidades brasileiras diversas.



LINKS

http://masp.uol.com.br/exposicoes/2009/pirelli/

http://andrefrancois.wordpress.com/author/andrefrancois/

terça-feira, 10 de março de 2009

exposição "Recentes na Coleção" (MAB)








integrantes:
Mariana Manso
Mariana Cury

Exposição RECENTES NA COLEÇÃO
(vários artistas)

O Museu de Arte Brasileira (MAB) da FAAP apresenta, a partir de 05 de fevereiro até 22 de abril, a exposição “Recentes na Coleção”, que reúne 46 obras de 24 artistas contemporâneos, adquiridas nos últimos 3 anos.

endereço: Rua Alagoas, 903 Prédio I – Higienópolis

Estão expostos desenhos, pinturas, objetos que fazem parte de uma instalação e esculturas de: Adriana Rocha, Alice Brill, Anatol Wladyslaw, Anita Malfatti, Cleber Machado, Colette Pujol, Corneille, Ernesto De Fiori, Geórgia Kyriakakis, Gilberto Vançan, Hansen Bahia, Laurita Salles, Patricia Furlong, Regina Graz, Teresa Nazar, Thomaz Ianelli e Tuneu.

O programa de aquisições do museu se mantém atualizado até hoje, desde sua inauguração em 1961. Toda nova aquisição decorre de um rigoroso processo de seleção, realizado pela equipe de profissionais do museu, que sustenta o rigor da pesquisa e complexidade da análise dos seguintes campos: função e uso da obra dentro do acervo, seu potencial de comunicação segundo seus conteúdos formais e conceituais, sua capacidade de associação, analogia e contraste com as obras que integram as coleções, e seu estado de conservação e futura preservação. Derivações e resultados afirmativos destes assuntos, analisados em função da homogeneidade, diversidade e qualidade do acervo, determinarão o ingresso ou não de uma nova obra nas coleções do mesmo.

Ao visitar a exposição, nos surpreendemos logo de entrada. O visual da exposição é impecável e todas as obras estão muito bem localizadas. O salão redondo facilita a circulação e a disposição das obras no museu.
O que nos mais chamou a atenção, foram as obras dos anos 60 e 70, que parecem ter sido pintadas nos dias de hoje. As cores e os temas apresentados são atuais e despertam a curiosidade dos visitantes.


links relacionados:


fontes:
Museu de Arte Brasileira

quarta-feira, 4 de março de 2009

Visita à exposição de arte






Imagem 1 ; Imagem 2



Museu da Casa Brasileira

Integrantes:
Gabriela Ferrante
Jessica Oliveira
Rafaela Manes



Acervo Museu da Casa Brasileira

A exposição traz ícones do design brasileiro , após uma recente reforma, apresenta objetos restaurados e novos objetos foram incorporados ao acervo . A exposição busca valorizar suas peças, apresentando-as agrupadas por função, em recortes baseados nos verbos cozinhar, dormir, guardar, ouvir, rezar, sentar, servir.

O museu é localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima, nº 2705 .

O MCB funciona de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 4,00Estudantes: R$ 2,00Domingo: gratuito.

A mostra apresenta peças de décadas variadas. Acima, a imagem 1 contém uma mesa do século XVII, enquanto a imagem 2 contém uma poltrona Art Déco dó século XX.


Nós achamos a exposição interessante, a maneira como as peças são divididas facilita a observação do visitante. A exposição não é cansativa , a iluminação é boa e as obras são identificadas facilmente.